Para a construção
e consolidação da democracia, faz-se necessária a presença dos partidos
políticos, organizados voluntariamente em um espaço onde prevaleça o debate
livre, com equilíbrio de propostas e projetos, a fim de que as decisões possam
ser tomadas em consenso, com predomínio do interesse coletivo sobre o
individual. Por meio dos partidos, pessoas com objetivos comuns e ideais bem
definidos têm a oportunidade de buscar melhorias para a sociedade, seja no
governo ou fazendo uma oposição leal e consciente, que vise o bem comum.
O próprio sistema
democrático brasileiro corrobora a ideia de que o mandato eletivo pertence ao
partido e não ao candidato. Afinal, é a agremiação que fornece os meios necessários
para que o postulante ao cargo público possa se lançar à disputa nas urnas, ao
colocar à sua disposição toda uma estrutura, além da força de milhares de
militantes. A vitória em uma eleição é, fundamentalmente, uma conquista em
equipe.
Neste contexto, os
pequenos partidos mostram-se fundamentais, especialmente no caso do PHS (Partido
Humanista da Solidariedade). Seus dirigentes estão cada vez mais perto de suas
bases estaduais e municipais, o que lhes permite conhecer os anseios dos
moradores de cada município, de cada pequena localidade, bem como as
reivindicações e necessidades de quem vive em grandes centros. Com isso, tanto
tem a capacidade de governar, diretamente ou por meio de parcerias, quanto de
fiscalizar o trabalho dos governantes e de cobrar as providências necessárias
para melhorar as condições de vida da população que os elegeu.
Como um partido
ainda em crescimento, o PHS pode abrir suas portas e fornecer viabilidade
eleitoral para candidatos que, mesmo desconhecidos de uma parcela da população,
tenham o compromisso de melhorar o meio em que vivem, possam se apresentar ao
público, mostrando o que podem realizar com o apoio da legenda a que está
filiado. Essas mesmas pessoas – sejam elas donas de casa, comerciantes,
funcionários públicos ou profissionais liberais – não teriam o mesmo respaldo
em grandes partidos, em que alguns caciques têm cadeira cativa.
Com um quadro
qualificado e unido, o PHS vem ampliando sua presença no cenário político a
cada pleito, tanto em chapas puro-sangue quanto nas coligações nas quais não
abre mão de seus princípios e valores, mostrando aos seus militantes e
simpatizantes que um pequeno partido não deve ser uma legenda de aluguel, a
serviço incondicional das grandes legendas, mas integrante de alianças justas e
equitativas.
Com essa postura,
os cidadãos terão sempre seus direitos respeitados e protegidos, ao escolherem
livremente seus representantes, desde os que vão administrar as prefeituras ao
governante que estará no comando do Palácio do Planalto.