sábado, 26 de março de 2011

Melki Donadon afirma que o principal
problema em Rondônia é a saúde
Noticias - 01/06/10 - 12h52
O pré-candidato ao governo do Estado pelo PHS, Melki Donadon, disse que o trabalho que desenvolveu à frente da prefeitura de Vilhena lhe credencia a querer ser governador. Ele também explicou os problemas que tem na Justiça e afirmou que o principal problema enfrentado no Estado é na área de saúde.
“Nunca desviei dinheiro público nem me envolvi em escândalos. Meus problemas na Justiça são principalmente por ter doado terrenos a empresas que queriam se instalar em Vilhena”, destacou.
Melki Donadon afirmou que o eleitor precisa diferenciar o teor dos processos enfrentados pelos mais diversos candidatos.
“Quando uma empresa queria se instalar em Vilhena, eu apoiava, porque isso gera empregos. Por conta disso, enfrento alguns entraves. Tive problemas com o pessoal do meio ambiente por abrir determinadas ruas. Mas nada de desvio de dinheiro público”, acrescentou.
Ele reconheceu que houve progresso em Rondônia com o governo Cassol, que deu sua contribuição para que isso acontecesse. “Mas poderia ter crescido mais”, ressalvou.
De acordo com Melki Donadon, o principal problema vivenciado em Rondônia é no setor de saúde, que precisa de investimentos na média e na alta complexidade.
“É preciso firmar parcerias com os municípios e com o governo federal para resolver essa situação. Esse é um compromisso meu”, afirmou.
Ele foi entrevistado hoje pelo jornalista e advogado Arimar Souza de Sá no programa A Voz do Povo, que vai ao ar de segunda a sexta-feira, das 12 às 13 horas, pela rádio Cultura FM, 107,9.
Arimar perguntou se sua pré-candidatura é para valer sou se ele a negociará. “É uma saia justa. Você este me perguntando se é balão de ensaio. Mas todos precisam ensaiar antes de uma apresentação. Não posso dizer que não será retirada porque seria uma afirmação muito forte. Mas minha pré-candidatura é firme”, detalhou.
Melki Donadon garantiu que uma administração do PHS em Rondônia daria melhores condições aos servidores públicos. “Quando fui prefeito, o salário de um professor municipal era de R$ 1.800,00, além de ticket alimentação no valor de meio salário mínimo. O servidor precisa ser valorizado”, disse.

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