segunda-feira, 2 de janeiro de 2012

ENTREVISTA


Herbert Lins, do PHS, fala das expectativas políticas para 2012 em Rondônia

Geral - Publicado 02/01/2012

O presidente regional do Partido Humanista da Solidariedade (PHS), Herbert Lins, foi o primeiro entrevistado do ano do programa A Voz do Povo, da rádio Cultura FM 107,9, apresentado interinamente por Francisco Matias e retransmitido pela rádio Antena FM 98,3 de Alvorada do Oeste.
Lins começou falando sobre os compromissos do partido. "É um partido da família, que defende os direitos humanos, a emancipação do ser humano, a vida em sociedade com dignidade. O PHS trabalha para resgatar o respeito às pessoas e o acesso aos direitos", disse ele.
Herbert Lins aproveitou para denunciar os crimes que vem ocorrendo em Alto Paraíso, que segundo ele são motivados por questões políticas. "Espero que o governador Confúcio Moura (PMDB) instale uma delegacia e investigue essas mortes hediondas. O PHS é o partido da paz e quer a investigação das mortes, inclusive do vereador Pipi, que era do PHS e foi assassinado", afirmou.
Lins falou sobre o crescimentos do PHS em Rondônia. "Tínhamos 300 filiados e hoje somos mais de cinco mil. Saímos de 500 votos para mais de 60 mil. Saímos de 18 diretórios municipais para 32 hoje. Colégios eleitorais menores ainda podem instalar diretórios", observou.
Sobre a Operação Termópilas, ele comentou que "é um anseio da população que a corrupção seja combatida. Rondônia completa 30 anos, sendo um Estado muito novo que começou com gestores nomeados pelo Governo militar. Em 2011, se começou um ciclo novo, com um governador que tem história moral e ética. Ele é um líder nato, com diálogo e pensamento".
Ele continuou afirmando que "a Termópilas mostrou que o nosso Legislativo é fraco. São sete deputados envolvidos e é preciso que haja punição, cassação. Vamos ver a força do atual presidente da Assembleia, se houve indiciamento, já houve quebra de decoro parlamentar. Num país sério, esses deputados não estariam participando das decisões da Casa".
Sobre a prisão do assessor do governador, que morava na residência oficial, Lins disse que "Confúcio foi traído, foi apunhalado por alguém que ele confiava, que foi cooptado pela corrupção".
Segundo ele, a greve da PM foi um oportunismo político. "Transformaram uma reivindicação justa numa batalha política. A greve foi política e houve uma tentativa de manobra na criação de falsos líderes", arrematou.
Em relação à sucessão municipal, ele comentou que "O PT e o PMDB deverão caminhar juntos nas eleições. O PMDB tem bons nomes, a exemplo de Abelardo Castro. Acredito que o palanque eletrônico vai ser decisivo para as eleições", observou.
As críticas à gestão do prefeito Roberto Sobrinho (PT) também tiveram destaque. "Esses viadutos são uma vergonha. Essa obra está condenada, pois falta drenagem das águas das chuvas, já que o aterro foi colocado sob o asfalto. Isso vai dar problema, podem anotar", argumentou.
Herbert Lins criticou a falta de planejamento e de ação da prefeitura. "Não tem planejamento e nem ação. As chuvas castigaram a capital e faltou ação preventiva, o lixo se acumula e a escuridão domina", observou.
Para finalizar, ele criticou a atuação da Câmara municipal. "Não sei se são ruins ou se são muitos os vereadores. a cidade um caos e eles preocupados em reajustar o próprio salário. É mais uma vergonha", finalizou.

Fonte: Rondonoticias.com.br - (É permitida a reprodução desta matéria desde que citada a fonte.)
© Todos os direitos reservados - Rondonoticias.com.br
Rondonia Comunicação e Publicidade LTDA
Av.Carlos Gomes, 2651 - Galeria Santa Beatriz Salas 13 e 15.
CEP: 76804-021

Nenhum comentário:

Postar um comentário